EU SOU A ALTERNÂNCIA DE PODER: LULA PURO SENTIMENTO

Lula chorou ao falar da morte de sua primeira esposa. A entrevista estava se desenvolvendo quando o repórter perguntou qual o momento mais difícil que ele passou antes de 1989. Lula disse: “Quando minha primeira esposa morreu, em 1971”. Quando foi descrever seu retorno ao hospital onde tinha deixado sua esposa, parou de falar e chorou. “Levei flores ao cemitério durante três anos”.

Lula definitivamente é um cabra que tem sabido  “regar as flores no deserto”.

Lula disse: “O mensalão foi uma das maiores tentativas de golpe. Não fizeram. Não tiveram coragem. Disse a um interlocutor: se eles mexerem um milímetro na institucionalidade, eles não têm idéia do que vai acontecer nesse país.” “Quando eu não for mais Presidente vou investigar esse caso”.“Tem uma velha elite no Brasil que não está acostumada com a alternância. Eu sou a alternância!”

“A inveja”. “Eu acho que Fernando Henrique deixa de pensar com a cabeça e usa o fígado”.“Respondi ao Caetano ontem à noite ouvindo Chico político!”

Quando perguntado qual o livro que estava lendo, respondeu: “Leite derramado, de Chico (Buraque)”.Outras preferências do Presidente:“Marisa Monte” (cantora), “Chico” (cantor), “Fernanda Montenegro” (atriz), “Antonio Fagundes” (ator), “Clinton Eastwood” (diretor).

  

 

 

 

 

LAÇO DE MOEBIUS II
“Uma tira circular fechada tem, em geral, duas superfícies, uma interior e uma exterior. Sobre esta tira, contudo, andam nove formigas vermelhas, umas atrás das outras, e passam tanto sobre o lado exterior como também sobre o interior. Assim a tira tem uma só superfície.” (Escher)
A ilusão torna possível coexistência de paradoxos e o impossível toma familiaridade, a partir do estranhamento do comum: o impossível emerge geminado ao possível. Tanto para a objetivação como para a subjetivação. Longe de uma forma qualquer de surto inconsciente, aos moldes surrealistas, Escher mostra as possibilidades da ação consciente sobre a ilusão, o impossível e a descoberta.
O laço aqui trazido é um recurso para uma reflexão não-bidimensional da política maranhense. A sugestão é: na polítca maranhense a situação extrema entre os de fora e os de dentro não passa de uma ilusão, todos caminham numa mesma superfície.  É só seguir as formigas!!!

PSICANALISANDO O ENTREGUISTA, O ANTI-BRASIL

& A BARBÁRIE HONORÁVEL NO SINDICATO

 

Fernando Henrique Cardoso (FHC) é o mais perfeito entreguista e antinacionalista que temos, Age de forma deliberada a favor dos interesses internacional, por isso está tão indignado com a regulamentação do pré-sal, com a Petrobrás, com os caças franceses e com exigência do Governo à Vale. Basta lembrar que foi FHC que entregou a Vale e ainda privatizou o nosso subsolo, tentou privatizar a Petrobrás e entregar a Base de Alcântara aos americanos. Aparece para defender a continuidade desse processo de submeter o Brasil inteiramente aos interesses americanos e de diversas multinacionais.

FHC tem horror a qualquer projeto com o adjetivo nacional. Detesta a idéia de tornar o Brasil uma das primeiras economias do mundo. Em seu texto de lamento e frustração ironiza o que seria o Brasil-Potência. Na verdade,  isso vai de encontra aos diversos assassinatos que FHC cometeu contra os interesses do Brasil em 08 anos de governo. FHC AMA A DEPENDÊNCIA e a submissão. Só não explica como sua Fundação consegue ser tão luxuosa e rica. Será que ele fala em nome dos doadores?

Por outro lado, tenho que reconhecer o seu acerto quando disse que Lula “age como se fosse o um psiquiatra”. Totalmente correta sua afirmação e os fatos já comprovaram essa habilidade de Lula, pois já diagnosticou que FHC é um egocêntrico doente, com distúrbio delirante paranóide: delírio de grandeza.

 

A BARBÁRIE HONORÁVEL

 

O quebra-quebra promovido no interior do Sindicato dos Bancários, quando ocorria o lançamento do livro “Honoráveis bandidos: um retrato do Brasil na era Sarney”, é uma continuidade fascista na política. Tal ato só encontra par no ato de lançar rojões no interior da casa dos Sarney após a vitória de Jackson... Afinidades de oligarquias caducas. Deplorável. VEJA O QUEBRA-QUEBRA:

http://www.youtube.com/watch?v=Ofn-ZBVx0Bk&feature=player_embedded

 

 

 

PALMÉRIO E NEW BALAIOS EM CENA

 

Por uma dessas coisas de estar no lugar e no momento... Registrei a chegada do escritor Palmério Dória em São Luís, hoje por volta das 14h00min, no aeroporto Cunha Machado. Na recepção um grupo uniformizado com camisas pretas. Na camisa estava estampada a imagem de capa do livro recém lançado por esse autor: “Honoráveis bandidos: um retrato do Brasil na era Sarney.”

Constatei (in loco) que FNAC da Paulista a obra ocupa a 13ª posição em termos de venda, sendo que na Livraria Cultura ocupa atualmente a 9ª. Mas em outras livrarias está mais à ponta.  No ranking da revista Veja ocupa a 5ª posição de vendagem.

Detalhes:

1-    A editora Geração Editorial uso o mesmo layout  da capa do livro “Memórias das trevas: uma devassa na vida de Antônio Carlos Magalhães”, publicado por essas mesma editora. Cujo autor é João Carlos Teixeira Gomes.

2-    O  livro sobre ACM tem 765 páginas (ainda não consegui terminar de ler) e o do senador Sarney tem 208 páginas (esse talvez eu consiga terminar de ler).

3-    As obras de jornalistas agradam mais e, de longe, possuem mais chances de sucesso, não só pela escrita, mas pela liberdade do fazer. Na academia, depois de pesquisar (documentos, a literatura do tema, entrevistas etc.) você ainda está sob suspeita e é sempre questionado pelo que disse. Enfim, um esforço danado para poder afirmar algo que, em geral, não recebe nenhuma atenção. Ao contrário, o jornalista não passa por toda essa inquisição da validade científica, não é obrigado a pesquisar muito e o que importa é saber transformar o que diz em uma verdade. Moral: as teses já escritas sobre Sarney, nas academias, jamais vão ter leitores assim de montão e os dados coletas pela pesquisa pouco ou nada contribuirão para a construção ou desconstrução da verdade estabelecida no imaginário popular. Por isso só as traças sabem bem o gosto de teses. 

4-    Palmério este em São Luís para lançamento do seu livro, que ocorrerá amanhã no Sindicato dos Bancários.

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